<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124</id><updated>2011-09-12T11:58:49.449-07:00</updated><title type='text'>Cardeal Richelieu</title><subtitle type='html'>Armand Jean Du Plessis, Cardinal et Duc de Richelieu (9 de Setembro de 1585 à 4 Dezembro de 1642) foi Secretário de Estado da França e depois ministro chefe de Luis XIII. Criou o conceito de Raison d´Etat, onde o bem estar do Estado justifica os meios empregados para alcançá-lo, colocando os interesses nacionais acima de tudo, mesmo de metas religiosas. A eminência vermelha também foi conhecida por ser grande patrono das artes.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Dominique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18067597834368032699</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>33</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111957774878451510</id><published>2005-06-22T18:41:00.000-07:00</published><updated>2005-06-24T12:52:09.053-07:00</updated><title type='text'>A minimização de uma potência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje, foram terminados os trabalhos da Conferência de Berlim que contava com a representação das potências relevantes do cenário mundial, além da Sociedade Civil. Os principais temas discutidos foram os que envolviam a dominação de Leopoldo II na região do Congo, os acordos de livre comércio e navegação. A missão civilizadora belga foi muito criticada, principalmente por Portugal e pela opinião pública; e o rei ainda foi acusado de maus tratos aos nativos da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A representação francesa no Congresso, inicia o seu discurso reivindicando maior participação na política internacional , porém a falta de articulação delimitam a suas conquistas. Ao apresentar a sua indignação devido a assinatura do tratado anglo-português recebe pleno apoio alemão, conseguindo com que a Inglaterra se mostre aberta as discussões, porém pouco foi realmente efetivado em relação a essa questão por causa da intensa mobilização das potências em tentar deslegitimar a conquista do Congo, baseada em acordos com as diversas tribos da região. Tentando mudar o plano das discussões, a França incita que os debates se foquem nas outras regiões da África como a Tunísia e o Marrocos entretanto não recebe de nenhum apoio externo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As declarações ameaçadoras e desnecessárias de Otto Von Bismarck, marcam a minimização da participação francesa limitando-se então a apoiar os interesses ingleses na abertura comercial. Devido as intensas negociações, as propostas belga de livre comércio e navegação são aceitas apesar das desconfianças de manipulação e de negociações secretas. A França, ainda que pouco realizada, declara ter saído " feliz e satisfeita com os acordos" além de estimular a realização de novas reuniões para tratar dos assuntos pendentes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111957774878451510?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111957774878451510/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111957774878451510' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111957774878451510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111957774878451510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/06/minimizao-de-uma-potncia.html' title='A minimização de uma potência'/><author><name>Carla Velloso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01993716029502540761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111901775127492295</id><published>2005-06-16T07:12:00.000-07:00</published><updated>2005-06-17T07:15:51.280-07:00</updated><title type='text'>Ascensão e Queda de Grandes Potências</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;A Europa X o Resto do Mundo&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este trabalho baseia-se na análise dos textos de Arno J. Mayer, A Força da Tradição (Introdução, pp.13-25) e de G. Barraclough, Introdução à História Contemporânea (capítulo IV). Esses trabalhos buscam entender quais foram as causas inerentes à política interna e à conjuntura externa à política européia que deflagraram a quebra da hegemonia dos países deste continente nas questões internacionais e, a conseqüente ascensão das potências extra-européias, como as denomina Barraclough. Começaremos, pois, pelas questões referentes à política interna européia segundo Arno J. Mayer:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo Mayer, os historiadores, ávidos pela análise das forças de transformação, na busca pelos setores e esferas que deflagraram as mudanças na história, negligenciaram as forças contrárias a esse processo, ou seja as forças da reação. Para ele, "Os historiadores culturais refletiam demoradamente sobre as vanguardas artísticas, abandonando, assim, a análise das artes acadêmicas, consideradas conservadoras, exauridas e obstruindo ‘ a marcha para o modernismo’." Afirma veementemente, que as estruturas da Europa feudal subsistiram neste continente até 1914, quando a Primeira Guerra Mundial modificou o arranjo de equilíbrio europeu estabelecido em Viena. Destaca ainda que enquanto "o estamento agrário" uniu-se na defesa dos seus interesses, visando a manutenção dos seus privilégios, a alta burguesia, ao contrário, também funcionava como uma força reacionária, porque –numa linguagem marxista –negava sua condição de classe burguesa ao voltar-se para objetivos enobrecedores dificultando, assim, sua constituição e reconhecimento de "classe em si" e, o mais importante, de "classe para si". Portanto, para Arno J. Mayer, a Europa encontrava-se em total estagnação, do ponto de vista político, econômico e social, até a primeira grande guerra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Geoffrey Barraclough, por seu lado, apresenta a mudança do sistema multilateral de equilíbrio europeu, cujo centro era a Europa, para uma ordem bipolar entre potências não européias, os Estados Unidos e a União Soviética. Percebe-se portanto que sua análise respeitará o curso dos acontecimentos históricos internacionais para explicar a mudança no eixo geopolítico mundial, a partir do processo de unificações tardias na Europa e, da competição entre estas potências e as novas forças que emergiam. Para ele, o anúncio, em 1898 de uma nova política naval alemã é o primeiro passo de desestabilização do equilíbrio entre os interesses europeus, uma vez que este ameaçava a hegemonia marítima inglesa. Têm-se ainda, o crescimento industrial desigual das potências européias e destas em relação às novas potências industriais fora do continente (EUA-RUS-JAP). Por isso, a respeito da corrida imperialista ele dirá que "durante praticamente todo o século XIX, havia espaço para acomodar todo o mundo" , mas, em 1900, os brancos vindos da Europa já estavam presentes em praticamente todos os "teatros" do mundo, deflagrando um crescente embate de interesses. Outro fator relevante, e que iria determinar a nova ordem foi a revolução de 1917 na Rússia e a luta ideológica que se segue entre Estados Unidos e União Soviética. A era da "Política Mundial", caracterizava-se pela "consolidação de grandes, estabilizados blocos continentais, num mundo em que as áreas de livre manobra desapareceram e as posições de poder congelaram."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, apresentaram-se duas teorias para a mudança do centro ético normativo do mundo, da Europa para as potências mundiais: a primeira remete-se à inabilidade européia de gerir transformações na sua política interna, fazendo deste um continente velho e atrasado e; a Segunda, associa os problemas internos europeus –porém de forma menos controversa – à conjuntura internacional –surgimento de novas potências extra-européias, as questões imperialistas e a ordem bipolar. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111901775127492295?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111901775127492295/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111901775127492295' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111901775127492295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111901775127492295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/06/ascenso-e-queda-de-grandes-potncias.html' title='Ascensão e Queda de Grandes Potências'/><author><name>tatiana 24a puc</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03575144525725166882</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111879674889746229</id><published>2005-06-14T15:38:00.000-07:00</published><updated>2005-06-17T07:59:35.340-07:00</updated><title type='text'>O desenvolvimento do capitalismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Na primeira Revolução Industrial, que foi marcada pelo desenvolvimento das máquinas à vapor, a forma de capitalismo predominante era industrial, onde reinava a livre concorrência ( devido é claro, a expansão dos ideias liberais da época), fortalendo assim, sobre o Sistema Internacional, a nova forma de pensar capitalista, onde buscar mercados e obter lucro tornaram-se a lógica principal do período.É importante ressaltar também, que os centros do capitalismo mundial concentravam-se na Europa, diferentemente da segunda Revolução Industrial, quando tais centros foram deslocados, permitindo assim uma universalização dos mesmos. Surge então, um novo capitalismo: financeiro ou monopolista, onde destaca-se o forte desenvolvimento tecnológico( aparecimento de indústrias químicas , siderúrgicas , petrolífera, ...) e a alta concentração de capitais( monopólios,cartéis e trustes), que contradiz por completo a antiga era liberal ( da primeira Revolução) que tinha por princípio fundamental a livre concorrência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O imperialismo tem por definição básica um processo de busca de novos mercados, ou melhor, reflete a necessidade de expandir os investimentos da Europa. Lênin e Hobsbawn apresentam visões diferentes a respeito de tal conceito. Para Lênin, o imperialismo nada mais é do que a etapa superior do capitalismo, onde destaca que é a base econômica monopolista de tal sistema que provocará sua própria ruína. O parasitismo e a decomposição do capitalismo são, para ele, inerentes ao imperialismo. A concentração conduz ao monopólio, que por sua vez leva aos cartéis e aos trustes. O capitalismo em sua fase imperialista, segundo ele, faz a socialização total da produção, que sem nem ao menos percebermos, nos guia ao novo regime social.Já Hosbawn diz que o fator econômico é de fato importante, mas não o suficiente para justificar o imperialismo. Para ele, o processo foi um produto natural de uma era de economias industrial-capitalistas rivais, apenas intensificadas pelas pressões econômicas da época. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como podemos perceber então, o capitalismo marcou profundamente a história das relações internacionais, uma vez que transformou-se num sistema universal de dominação colonial e de estrangulamento financeiro da maioria da população do planeta por alguns países desenvolvidos,que se encontraram no direito de partilhar o mundo a seus modos.Essa política imperativa de tais países acarretou graves consequências ao Sistema Internacional como um todo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111879674889746229?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111879674889746229/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111879674889746229' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111879674889746229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111879674889746229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/06/o-desenvolvimento-do-capitalismo.html' title='O desenvolvimento do capitalismo'/><author><name>Elizia Boechat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04644508437630623539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111852666363716128</id><published>2005-06-11T14:50:00.000-07:00</published><updated>2005-06-11T14:51:03.640-07:00</updated><title type='text'>2a. Revolução Industrial</title><content type='html'>Responda as questões abaixo e responda até QUARTA-FEIRA 15/06.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Diferencie a 1a. da 2a. Revolução industrial enfatizando o impacto de ambas na configuração do Sistema Internacional (G. Barraclough).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Defina Imperialismo, e discuta as definiçÕes de Lênin e Hobsbawn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIMITE: 1 paragrafo cada questão e mais um parágrafo de conclusão relacionando ambas as questões. Máximo de 15 linhas cada parágrafo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111852666363716128?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111852666363716128/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111852666363716128' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111852666363716128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111852666363716128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/06/2a-revoluo-industrial.html' title='2a. Revolução Industrial'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111840967153684447</id><published>2005-06-09T06:19:00.000-07:00</published><updated>2005-06-11T15:33:46.016-07:00</updated><title type='text'>Die Welt</title><content type='html'>14 de outubro de 1834&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, 13 de outubro 1834, foi dado o primeiro passo para a futura unificação da nação germânica. Iniciado de uma forma econômica, com a instauração da Zollverein (Tarifa Aduaneira dos Estados da Confederação), pode ser considerado o inicio do progresso econômico e  do desenvolvimento industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação da Zollverein tem como objetivo principal, gerar uma espécie de mercado comum entre os Estados alemães, com a estabilização de uma moeda única entre eles, suprimindo suas barreiras alfandegárias. Porém com exceção da Áustria, nosso grande impecílio para formação de uma nação alemã unificada. Os principais defensores e interessados nessa unificação econômica são, basicamente, a Prússia, que mantém hegemonia no mercado, e a burguesia, junkers, que acredita que através desta unificação irá ocorrer uma ampliação do mercado consumidor e uma modernização com um processo de desenvolvimento da indústria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, acreditamos ser esse um processo inicial e muito importante para a consagração da tão esperada unificação de nossa nação. Através da Zollverein vemos grandes vantagens para o nosso desenvolvimento, e esperamos, em um futuro próximo, estarmos competindo com as grandes potências mundiais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111840967153684447?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111840967153684447/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111840967153684447' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111840967153684447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111840967153684447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/06/die-welt.html' title='Die Welt'/><author><name>cecilia carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02835559242249505284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111832151247944452</id><published>2005-06-09T05:51:00.000-07:00</published><updated>2005-06-09T05:51:52.483-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/273/4290/640/bismarck%20j.jpg'&gt;&lt;img border='0' style='border:1px solid #000000; margin:2px' src='http://photos1.blogger.com/img/273/4290/320/bismarck%20j.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bismarck&amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111832151247944452?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111832151247944452/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111832151247944452' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111832151247944452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111832151247944452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/06/bismarck.html' title=''/><author><name>Carla Velloso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01993716029502540761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111819156171550928</id><published>2005-06-07T17:44:00.000-07:00</published><updated>2005-06-26T13:04:11.653-07:00</updated><title type='text'>A ORDEM DE BISMARCK</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O surgimento de Bismarck, como um expoente político, do mais importante estado da Confederação Germânica, a Prussia, provocou mudanças inesperadas no sistema internacional europeu. É importante notar como um primeiro ponto de ruptura com a ordem estabelecida em Viena, que Nacionalismo tornou-se a ideologia preponderante no período das unificações tardias na Europa. Este, por sua vez, era caracterizado por um discurso em que o elemento de coesão, a noção de identidade dos povos, era baseado no passado, numa lingua e cultura comuns e com o elemento de etnicidade muito forte. Dessa forma, apesar de suas convicções pessoas, de toda o seu conservadorismo, Bismarck, põe em prática as lições do Cardial Richelieu (Raison d’ètat). Em um sinal claro da mudança do eixo de poder da França para a Alemanha, ele muda o nome deste princípio político, adotando a palavra germânica Realpolitik –utilizada até hoje no círculo dos estudiosos de relações internacionais. Dois são os textos que norteiam essa análise: "&lt;em&gt;Diplomacy"&lt;/em&gt; por Henry Kissinger e "&lt;em&gt;Europe since 1870_the new balance of power&lt;/em&gt;" por James Joll.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O sistema de Viena foi estabelecido em virtude da derrota Napoleônica em 1815. O seu objetivo era promover a contenção do expansionismo francês –ou de qualquer outro que pudesse vir a existir –e dos ideais liberais e nacionais –um grande problema para a integridade territorial da Áustria. Por isso, esse sistema era baseado nos princípios da Legitimidade, um território só é considerado um país independente mediante o reconhecimento de seu antigo dono ou metrópole; do conservadorismo ou restauração, evidente no retorno às monarquias hereditárias do período anterior ao napoleônico; e, como conseqüência do princípio da legitimidade, é criado um exército, a Santa Aliança, a fim de garantir que as revoluções liberais e nacionais, sejam reprimidas dentro ou fora da Europa. Este exército era composto pela Rússia, Áustria, França e Prússia. Esse sistema é também conhecido como Sistema de Metternich, porque foi o representante da Áustria o seu maior articulador. No entanto, como Kissinger apresenta em seu livro &lt;em&gt;"Diplomacy",&lt;/em&gt; "De 1853 à 1871 uma conjuntura de relativo caos prevalecia na Europa enquanto o sistema era reorganizado. A legitimidade (...) tornou-se um ‘slogan’ sem significado"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bismarck ascende ao cargo de Primeiro Ministro Prussiano, em 1862, após uma crise durante a restruturação militar da Prússia. Era um hábil diplomata e, assim como Metternich, sabia manipular as outras potências a seu favor. A unificação dos estados da Confederação Germânica (uma associação de 36 estados germânicos criada durante o Congresso de Viena para impedir o expansionismo francês ) foi por ele liderada e, ocorreu em duas etapas: o estabelecimento de uma união aduaneira (ZOLLVEIREIN) durante a década de trinta do século XIX; e, finalmente, a união política, que tinha como maior entrave a Áustria. Através das guerras dos Ducados(1864), Austro-Prussiana (1866) e, Franco-Prussiana (1870) é que se dá o processo de unificação. É imperativo notar que, a Áustria não participa da união aduaneira acima citada; o Tratado de Praga (1866) obriga a Áustria a se retirar dos estados germânicos, especialmente de Holstein; e, o Tratado de Frankfurt (1870) estabelecerá uma pesada indenização de guerra à França, que além disso, perde dois de seus territórios mais importantes economicamente, a Alsacia-Lorena. Isto, estimula o Revanchismo francês e exemplifica uma das maiores ideologias presentes na época, o Nacionalismo, que significava não somente o amor a pátria, o reconhecimento de si mesmo como parte de uma nação com identidade própria, mas também, a xenofobia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, pode-se perceber uma constante quebra dos princípios vienenses e o fracasso do primeiro sistema de Metternich. James Joll considera que a emergência da Alemanha como uma superpotência européia deve-se, enormemente, ao trabalho realizado por Bismack. Após a vitória prussiana na guerra contra a Áustria, a Prússia se retira do arranjo da Santa Aliança. Todo esforço para construção da Alemanha, que se dá após a guerra Franco-Prussiana, é fundamentado num princípio intolerável à ordem anterior. A substituição da balança de poder européia, do equilíbrio entre Áustria e Prússia e, do sistema de alianças baseado na unidade de valores conservadores, representa a certeza de que a partir da elevação da Alemanha ao status de grande potência européia, as relações não ocorrerão, exclusivamente, devido ao consenso ou à confluência de idéias, mas de acordo com os interesses de cada Estado e , numa visão realista, do poder militar de cada Estado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111819156171550928?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111819156171550928/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111819156171550928' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111819156171550928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111819156171550928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/06/ordem-de-bismarck.html' title='A ORDEM DE BISMARCK'/><author><name>tatiana 24a puc</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03575144525725166882</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111780288320314638</id><published>2005-06-02T20:48:00.000-07:00</published><updated>2005-06-03T05:57:31.043-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/273/4290/640/imagem.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/273/4290/320/imagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Karl Heinrich Marx (Trier, 1818 - Londres, 1883) &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111780288320314638?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111780288320314638/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111780288320314638' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111780288320314638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111780288320314638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/06/karl-heinrich-marx-trier-1818-londres.html' title=''/><author><name>Carla Velloso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01993716029502540761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111780150308167154</id><published>2005-06-02T20:16:00.000-07:00</published><updated>2005-06-03T06:08:00.093-07:00</updated><title type='text'>As interpretações do Manifesto Comunista</title><content type='html'>Antes de analisar o texto O Manifesto Comunista e o "Elo Perdido" do Sistema Internacional de Luis Fernandes é importante compreender como Marx percebe a modernidade que tem como característica fundamental as suas constantes transformações. Para ele as mudanças nas formas de sociedade se dão pela ruptura. Assim dentro da própria organização social emerge um elemento incoerente ao sistema e quando este elemento consientiza-se da sua inadequação ocorre o rompimento. Além disso, Marx entende que as mudanças no plano material antecedem as do plano ideológico, ou seja, ele é materialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A burguesia ao alcançar o poder rompe com todas as relações feudais inclusive a da conservação inalterada dos modos de produção. Passa portanto a "revolucionar continuamente os instrumentos de produção" e a necessidade de mercados mais extensos origina o caracter global do capitalismo. Portanto o sistema capitalista é transnacional desde seu início. Um outro aspecto é a centralização, segundo Marx " A burguesia suprime cada vez mais a dispersão dos meios de produção, da população e da propriedade....a conseqüência necessária disso foi a centralização política" esse efeito é comprovado com a formação dos Estados Nacionais que marcou a emergência do Sistema Internacional moderno. "O poder político do Estado moderno nada mais é do que um comitê para administrar os negócios comuns a toda classe burguesa."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dimensão transnacional não é a mais importante dentro do Manifesto Comunista, para Luis Fernandes, ele destaca a contradição dos processos transnacionais e internacionais dentro da formação capitalista do mundo moderno. Assim são a expansão do modelo político do capitalismo para o mundo, os Estados soberanos, e a integração dos mercados globais que proferem ao Sistema Internacional seu formato contemporâneo, caracterizado por uma distribuição irregular do poder. Segundo o autor , a partir da visão histórica da formação dos Estados Nacionais e das relações sociais geradas desse processo se estabelece a autonomia das esferas política e econômica ( elo perdido) . É essa separação que atualmente viabiliza fluxos de investimentos para além das fronteiras nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar ainda que a mesma burguesia revolucionária de outros tempos, torna-se conservadora quando conseguem consolidar a sua ascensão. Abandona assim o projeto internacional ( ex. Congresso de Viena) e aderem a outro calcado nas idéias nacionalistas. Em 1848, época em que o manifesto é redigido, os ideais nacionalistas se tornam hegemônicos e é justamente contra isso que Marx luta. Ele acreditava que a característica expansionista do capitalismo iria tornar irrelevante as fronteiras de modo que todos os operários independente da nacionalidade pudessem se unir. Porém observa-se que o desenvolvimento capitalista não é uniforme em todas as regiões do globo, que não houve de fato uma consciência do proletário como classe revolucionária e de que a própria atitude dos socialistas na 1º Guerra Mundial minaram com o típico projeto internacionalista de Marx.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* os trechos entre aspas foram retirados do Manifesto Comunista&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111780150308167154?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111780150308167154/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111780150308167154' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111780150308167154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111780150308167154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/06/as-interpretaes-do-manifesto-comunista.html' title='As interpretações do Manifesto Comunista'/><author><name>Carla Velloso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01993716029502540761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111759795087439647</id><published>2005-05-31T20:47:00.000-07:00</published><updated>2005-06-03T15:33:44.390-07:00</updated><title type='text'>Brasil no século XIX</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A colônia portuguesa, denominada Brasil, passou por diversas mudanças e acontecimentos, tanto no âmbito político e econômico quanto no sócio-cultural, durante o século XIX. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essas mudanças foram iniciadas com a vinda da família real portuguesa para o Brasil em 1808 que obteve o apoio inglês. Este Estado, em troca, foi privilegiado por diversos tratados conhecidos como os Tratados de 1810 (Aliança e Amizade e Comércio e Navegação). As medidas econômicas implementadas pelo então rei de Portugal no Brasil, D. João VI, seguem uma lógica de "interiorização da metrópole". Isto se evidencia através da abertura dos portos às nações amigas, a legalização das manufaturas na colônia e do surto urbano carioca com a criação Museu Nacional, da Biblioteca Real e da Imprensa Régia. Apesar de servir aos objetivos propagandísticos do governo português, buscava atender não ao povo, mas ao séquito de nobres que chegara com o rei. Em relação à política externa de seu reinado, podemos dar ênfase à invasão da Guiana Francesa (1809) e à invasão do Uruguai (1816). D. João retorna a Portugal em 1820 em conseqüência da Revolução do Porto deixando seu filho D. Pedro como regente no Brasil. Assim, em 7 de setembro de 1822 o Brasil se torna independente com a coroação de D. Pedro I como seu imperador. Dá-se inicio ao primeiro reinado brasileiro, que teve duração de 1822 a 1831. O reconhecimento da independência ficou subordinado aos interesses externos forçando o país a fazer negociações. O primeiro a reconhecer a independência brasileira foi os Estados Unidos por influência da Doutrina Monroe de 1823 ("América para os Americanos") e de interesses na busca de mercados na América Latina. O reconhecimento inglês também foi de grande importância, pois o Brasil passou da esfera de dominação mercantilista portuguesa para o capitalismo industrial inglês.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira Constituição brasileira foi outorgada pelo imperador em 1824 com uma novidade, a criação do Poder Moderador. A independência política não afetou a estrutura social e econômica, pelo contrário o país continuava escravista, monocultor, agrário e exportador. No entanto, o café, e não mais o açúcar, passa a ser o principal produto na pauta de exportações. Politicamente, o Rio de Janeiro fazia o papel de capital do país. Já na política externa de D. Pedro ocorreu a Guerra da Cisplatina (1825-1828). Em 1831, o imperador abdica devido a diversas atitudes desgastantes como a outorga da constituição, o Poder Moderador, o forte centralismo e a crise econômica devido às guerras, entre outros. O Período Regencial que se segue, durou de 1831 a 1840 considerado um período muito conturbado principalmente devido suas disputas políticas e revoltas regionais.Com o término do Período Regencial e o golpe da maioridade, deu-se início ao Segundo Reinado com a atuação de D. Pedro II como imperador de 1840 a 1889. O Segundo Reinado pode ser dividido em três fases, a primeira (1840-1850) seria a fase da consolidação quando, no plano econômico, foi instituída a Tarifa Alves Branco (1844) que seria uma tentativa de romper com o livre cambismo em troca de medidas protecionistas. Um importante fator, foi a abolição do tráfico negreiro em 1850 devido à pressões inglesas. Porém, várias questões procederam ao fim deste, sempre protelado, pois a economia brasileira ainda era escravocrata, caracterizando a lei de abolição do tráfico como "Lei para inglês ver". A Inglaterra partiu para a repressão direta através do Bill Aberdeen (1845). Os navios ingleses tinham o direito de prender os navios negreiros e, os traficantes seriam julgados de acordo com a lei inglesa. À segunda fase (1850-1870), que seria o apogeu do império, deu-se o início da comercialização cafeeira que de 1830 a 1880 foi o produto central da economia exportadora brasileira. Contudo, este fato reforçou o cenário tradicional colonial. Ocorreu um surto econômico no segundo reinado provocado pelos efeitos protecionistas da política Alves Branco, a extinção do trafico negreiro –liberando capitais para outros investimentos –a produção cafeeira e a era Mauá. Em relação à política externa ocorreram diversas intervenções no Prata gerando a guerra do Paraguai. Entramos na terceira fase (1870- 1889) que seria a fase do declínio devido às questões abolicionistas e à estagnação econômica, política e social, o que provocou a reação republicana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, podemos ver basicamente os principais acontecimentos, tanto internos quanto externos ocorridos durante o século XIX no Brasil, que levaram a criação da República em que vivemos ate os dias de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111759795087439647?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111759795087439647/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111759795087439647' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111759795087439647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111759795087439647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/05/brasil-no-sculo-xix.html' title='Brasil no século XIX'/><author><name>cecilia carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02835559242249505284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111762512480760003</id><published>2005-05-31T04:23:00.000-07:00</published><updated>2005-06-01T04:25:24.810-07:00</updated><title type='text'>PARLATA_ O VICE REINO DO PRATA CHORA SANGUE</title><content type='html'>10 de Fevereiro de 1807&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Buenos Aires e Montevidéu&lt;/em&gt; - O massacre britânico iniciado com a invasão de Buenos Aires à 27 de junho de 1806, deixa um saldo de famílias desfalcadas, incompletas e necessitadas. Aqueles que se foram e não voltam mais, sofreram com os horrores de uma guerra claramente assimétrica, em que o poder do inimigo supera enormemente os nossos. Fora do "front", a escassez de alimentos e têxteis torna a vida insuportável. Não podemos mais aceitar essa situação!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um enorme problema que resultou das baixas dos heróis do vice-reino do prata foi o contingente de famílias que aqui ficaram sem um chefe responsável pelo orçamento domiciliar. As mulheres passaram a se sujeitar às mais diversas humilhações em nome do sustento de seus filhos bem como as crianças que também passaram a contribuir para o mesmo. A ineficaz e limitada frota de navios espanhóis não suportou as conseqüências da guerra. Os navios britânicos interpelaram-nos e bloquearam o seu comércio com a "colônia", fazendo com que a fome e o frio fossem fatores determinantes para a morte da população. O cenário de destruição que se configura ao longo do Prata corresponde a melhor imagem das nossas almas, resultado de uma guerra econômica que desconsiderou os anseios dos que seriam mais afetados. Uma queda de braço entre potências européias, mas que no entanto, exigiu que os homens desta terra pegassem em armas para defender os interesses da Espanha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O povo da Buenos Aires e Montevidéu chora o sangue das vítimas da matança britânica e da ignorância da Espânica. Os nossos homens morreram em nome daqueles que nos oprimem. A tentativa britânica de incorporação do nosso território foi derrotada desta vez, mas quem sabe se não haverá outras? É justo que nos sujeitemos a luta armada e morramos por uma questão européia? E os nossos interesses? Devemos aceitar cargos públicos, eclesiástico e militares inferiores aos dos espanhóis que aqui residem? a final de contas, não somos nós os donos dessa terra?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111762512480760003?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111762512480760003/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111762512480760003' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111762512480760003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111762512480760003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/05/parlata-o-vice-reino-do-prata-chora_31.html' title='PARLATA_ O VICE REINO DO PRATA CHORA SANGUE'/><author><name>tatiana 24a puc</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03575144525725166882</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111699587016318617</id><published>2005-05-24T21:34:00.000-07:00</published><updated>2005-06-14T03:53:01.676-07:00</updated><title type='text'>A real relevância da independência da América Latina nas Relações Internancionais</title><content type='html'>As questões que culminaram na independência da América Latina na qual as colônias Espanholas e Portuguesas estavam inseridas, segundo Waddel, ocorreram sob os interesses de todo sistema político europeu muito por conseqüência das mudanças nas relações colonias mercantilista tradicionais, a partir de 1790 com a difusão dos ideais da Revolução Francesa. A sujeição espanhola à França desencadeou alguns pensamentos pró a interferência inglesa na região, inclusive a anexação, porém nada efetivo foi feito até porque ,em 1807 as relações com Portugal representavam um problema maior devido a ameaça de invasão feita por Bonaparte caso os lusitanos não se associassem ao Sistema Continental, assim a família real embarca para o Brasil sob a escolta inglesa. Neste mesmo período ocorre a usurpação (foi a causa imediata dos movimentos de separação, mesmo não sendo essa a vontade de Napoleão) do trono espanhol e as notícias de movimentos patriotas levam a uma redefinição da ação da Inglaterra : "incentivar as colônias a oferecer o máximo de apoio aos patriotas da metrópole em sua luta contra os franceses invasores". A política inglesa estava então, subordinada a Guerra Peninsular contudo a partir do desenvolvimento das revoluções hispano-americanas (1810) a diplomacia britânica tentou se manter neutra em relação aos dois extremos. O que ,no fim, não agradava a nenhum dos lados. Devido a essa política de neutralidade o único representante diplomático da Inglaterra na região foi o Lorde Stranford que manteve alta a influência inglesa .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o autor, o único país que poderia ameaçar a preponderância da influência inglesa na América Latina eram os Estados Unidos porém apesar de aparentemente possuírem dos requisitos para tal, no inicio do século XIX, eles sofreram profundamente com as guerras napoleônicas e tiveram que submeter possíveis vantagens políticas na região à necessidade de evitar confrontos com a Espanha ( questões territoriais pendentes) e com a Inglaterra ( importante parceira comercial) . Na tentativa de conciliar os seus interesses enfrentaram problemas em manter a neutralidade diante da opinão pública e incialmente só consolidaram influência nas regiões mais próximas ao seu território. Ainda que o contexto das relações internacionais ,em 1815 fosse de paz , as questões referentes a América Latina eram tratadas através de seus possíveis impactos para a Europa. O interesse primordial era restaurar a antiga ordem vigente antes da Revolução Francesa, entretanto apesar das principais potências defenderam a Legitimidade em geral não houve grande apoio as medidas repressivas espanholas (um dos únicos ponto de concordância das 5 potências em Aix-la-Chapelle) pois acreditavam que o uso da força não surtiria efeito. Defendiam então, concessões as colônias para abafar as revoltas até porque essas concessões poderiam favorecer comercialmente potências como a França e a Prússia. É importante lembrar que mesmo diante das possibilidades comerciais ascenderem a Inglaterra continuou a manter sua política de neutralidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em 1822, a política internacional começava a se ajustar ao novo contexto embora forças realistas ainda tivessem algum controle na América. Os Estados Unidos tomaram a frente e reconheceram de facto a independência das antigas colônias (culminando com a elaboração da Doutrina Moore). Mais tarde durante o Congresso de Verona se observa um afastamento inglês do sistema de congressos, se por um lado este fato permite a Inglaterra maior independência nas suas ações por outro diminui a sua influência diante as demais potências continentais porém a promessa de um reconhecimentos mais rápido devido a nova conduta inglesa se mostrou uma ilusão. A invasão francesa à Espanha, decidida em Verona, determinou o compromisso da França com a legitimidade e obstruindo o reconhecimento da independência das colônias antes da mãe-patria, porém em 1827 já se consolidavam relações mais formais com a América Latina. A Prússia começava a fortalecer seus vínculos comerciais com a região porém, não havia nem autorização, nem obstrução do governo(firmado com o compromisso legitimista). Já a Áustria e a Rússia devido aos baixos interesses na América Latina condenavam as relações com os "rebeldes". Essas considerações sobre a legitimidade da independência não atuaram no caso do Brasil devido a fatores específicos como o fato de Dom Pedro ser herdeiro da coroa portuguesa e ao mesmo tempo imperador do Brasil. O reconhecimento a independência brasileira por Portugal abriu o espaço para o reconhecimento das demais nações .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme Waddel observa, o volume do comércio com a América Latina não se alterou drasticamente após a independência e isso se explica pelo fato de que durante a Revolução Francesa, as Guerras Napoleônicas e as Guerras de Independência grande parcela do comércio na América espanhola já tinha se desviado para as regiões européias acrescente o fato de que a pobreza da maioria delimita as importações, de que a agricultura que se voltou para a subsistência diminuiu as possibilidades de exportação e que a instabilidade política que ocasionava guerras reduziu os investimentos estrangeiros. A América Latina então, saiu rapidamente do primeiro plano da diplomacia internacional. Também fica claro que apesar da crescente dependência econômica que foi transferida da metrópole para diversas potências européias, não há mais como controlar efetivamente as decisões polícias dos países latino-americanos um exemplo são as negociações da Inglaterra com o Brasil na década de 1830 e 1840. Assim devido a todos os aspectos apresentados observa-se que a influência inglesa foi crucial para a independência da América Latina porque sua política não só ofereceu uma clara chance de êxito como elevava as desvantagens comerciais das políticas legitimistas. Entretanto não se deve minimizar a contribuição das ações de outras nações para o processo de independência, ações estas que se basearam mais na contenção do avanço para a emancipação do que em seu real progresso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111699587016318617?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111699587016318617/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111699587016318617' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111699587016318617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111699587016318617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/05/real-relevncia-da-independncia-da.html' title='A real relevância da independência da América Latina nas Relações Internancionais'/><author><name>Carla Velloso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01993716029502540761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111655142636116268</id><published>2005-05-19T17:51:00.000-07:00</published><updated>2005-05-19T18:14:45.546-07:00</updated><title type='text'>Jornal Americano-Artigo:A praga dos imigrantes da América</title><content type='html'>A gigantesca vinda de imigrantes para a América agravou profundamente a situação de miscigenação do país.Esses irlandeses, alemães e mexicanos sujos e vadios vêm a nossa terra buscando usurpá-las de nossas mãos! Propiciou o aumento incontrolável dos anseios e sonhos por uma terra e vida mais confortável, a busca pela liberdade e felicidades americanas.&lt;br /&gt;Podemos então constatar que essa " marcha" não traz apenas glória com anexações de novos territórios e, consequentemente, um aumento considerável de poder econômico no cenário internacional e , traz também um enorme contingente de imigrantes para o país, o que descaracteriza a origem real americana.&lt;br /&gt;Torna-se evidente, portanto, que por mais que esse avanço de pioneiros para o oeste traga uma importante ascendência econômica, visto ao alargamento das fronteiras até o Pacífico, que garantiu-nos os mercados da China e do Japão, ele tem seus fortes contras, uma vez que integra a nossa população dezenas de milhares de pessoas com cultura, tradição e até mesmo línguas diferentes! A mistura das populações poderá ser futuramente o motivo da nosse derrocada , mesmo que agora isso pareça impossível, sobretudo, porque saltamos como potência do momento!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111655142636116268?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111655142636116268/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111655142636116268' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111655142636116268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111655142636116268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/05/jornal-americano-artigoa-praga-dos.html' title='Jornal Americano-Artigo:A praga dos imigrantes da América'/><author><name>Elizia Boechat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04644508437630623539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111637343505031100</id><published>2005-05-17T15:51:00.000-07:00</published><updated>2005-05-17T16:43:55.053-07:00</updated><title type='text'>Abstract</title><content type='html'>Fareed Zakaria descreve o processo de inserção dos Estados Unidos no cenário internacional como uma grande potência. Partindo de um período isolacionista(1865-68), ele nos mostra as diferentes fases da política externa e interna norte-americana que ou impediram ou impulsionaram o expansionismo.O autor define as teorias que tentam explicar tal fenômeno, destacando-se entre elas o realismo defensivo e o realismo centrado no estado- que é de fato a diretriz de sua teoria.Para Zakaria, o expansionismo não foi retido devido a disputas partidárias ou em decorrência de problemas domésticos, mas pela impossibilidade de o executivo ter autonomia para responder às pressôes do sistema internacional.Cabe ainda ressaltar que ao longo do século XIX o crescimento econômico do país foi mais estável, provendo assim a capitalização do Estado, que era a mudança que faltava na estrutura política dos Estados Unidos, ou seja, a emancipação do poder executivo com relação ao poder legislativo.Torna-se evidente, portanto, que segundo a teoria do realismo centrado no estado,foi esta então, a principal mudança ocorrida na época para a ascensão americana na polítca internacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111637343505031100?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111637343505031100/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111637343505031100' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111637343505031100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111637343505031100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/05/abstract.html' title='Abstract'/><author><name>Elizia Boechat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04644508437630623539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111642704397008686</id><published>2005-05-17T07:35:00.000-07:00</published><updated>2005-05-18T07:37:23.973-07:00</updated><title type='text'>Resenha Filmográfica- Gangues de NY</title><content type='html'>Com um objetivo menos presunçoso do que o que vos apresento, o filme “Gangues de Nova York” retrata esta cidade sob um olhar muito menos glamuroso do que aquele a que costumamos observar nos filmes de Hollywood. Mostra isto sim uma cidade dividida pela ação de diferentes facções rivais, que aliadas aos políticos locais perpetuam a sua existência, constituindo quase que um “poder paralelo” ao do Estado. O ponto principal a ser observado, contudo, diz respeito a construção de um microcosmos, que reflete muito bem a situação dos estados americanos durante a guerra civil e , a posição dos emigrantes nesse conturbado cenário.&lt;br /&gt;     Os avanços tecnológicos, científicos e econômicos que os Estados Unidos vinham Experimentando desde a época de 1840, além do Homestead Act-a lei de terras americana- travestiam-se de oportunidades determinantes ao grande afluxo de emigrantes europeus que chegavam a este país. A imagem que se fazia desta terra, era de prosperidade, de igualdade, liberdade e abundância, de empregos nas indústrias, ouro na Califórnia (São Francisco, Califórnia! Podemos ter o que quisermos lá. Eles estão garimpando ouro do rio com as mãos..”*) e , sobretudo, terras do Oeste mágico ( “ Com trocados nos bolsos e esperanças nos olhos eles rumam para o Oeste vendo, no horizonte, a terra da salvação. Uma visão da América.”*). No entanto, o que se vê é um país altamente” dividido por rixas civis”*, segregacionista, racista. Não há planejamento urbano, as indústrias como um reflexo das ruas são fétidas, insalubres. Existe um ódio xenófobo dos imigrantes (“ Se tivesse armas, mandaria matar a todos que chegam a Nova York antes de pisarem no porto”*), a corrupção é evidente.&lt;br /&gt;     Por tudo isso, aquela primeira imagem é completamente desconstruída pela vida real. Ao chegarem ao porto são logo compelidos a colocarem-se em um lugar de inferioridade. Deparam-se com uma cidade violenta. A fome, está tão presente na América  como no país de origem dos emigrantes, assim como a intolerância religiosa e as condições subumanas de vida. O triunfo é para poucos, a desgraça, para muitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* texto extraído do filme&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111642704397008686?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111642704397008686/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111642704397008686' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111642704397008686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111642704397008686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/05/resenha-filmogrfica-gangues-de-ny.html' title='Resenha Filmográfica- Gangues de NY'/><author><name>Elizia Boechat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04644508437630623539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111577939757621992</id><published>2005-05-10T19:38:00.000-07:00</published><updated>2005-06-09T05:38:38.763-07:00</updated><title type='text'>Mais uma História Americana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Patriota pode ser considerado um típico filme americano com suas cenas de heroísmo e exaltação ufanista exacerbada. É um filme épico, romanceado que apresenta a luta de independência das treze colônias inglesas, retratando tanto fatos verídicos quanto outros, fictícios, que podem ser criticados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, o filme se passa na Carolina do Sul retratando a revolta dos colonos devido às taxações abusivas impostas pela Inglaterra . Sendo este, um dos motivos que fizeram com que eles construíssem entre si um pensamento nacionalista a favor de uma união das nações para lutarem por seus interesses e direitos. Esse nacionalismo também pode ser notado em alguns soldados que se recrutavam voluntariamente para guerra, levados por um ideal e mostrando assim o patriotismo presente. A atuação das milícias também foi um fator muito importante nos exércitos e relembrado constantemente no filme. Da mesma forma, há o enaltecimento da excessiva brutalidade do exército inglês que, de uma maneira constante, apelava para a morte de inocentes, principalmente crianças e mulheres. Pôde-se perceber também, que apesar da ideologia política dominante a favor da independência, havia colonos que eram leais à cora inglesa, guerreando ao lado dos ingleses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, podemos notar algumas discordâncias no decorrer do filme sendo a principal delas, a ajuda francesa durante a guerra, que é vista com pouquíssima relevância, só apresentada na última cena. Na verdade, essa ajuda foi fundamental para a vitória americana através do fornecimento de suprimentos e do deslocamento de frotas inglesas para outras áreas de conflito. Outra crítica pode ser relacionada aos escravos, que lutavam na guerra ao lado dos colonos, pois foram assegurados que seriam libertados ao término da batalha. Entretanto, sabemos que isso não ocorreu, na verdade eles continuaram em sua condição de escravos. Uma segunda guerra (Guerra de Secessão) foi necessária para que os EUA deixassem de ser escravocratas, e o filme não retrata a continuação da escravidão após a guerra. Em relação à Constituição, é visto que em nenhum momento se fala especificamente sobre ela, não dando ênfase à sua criação e ao que ela declarava. No início do filme fala-se superficialmente sobre um dos Congressos da Filadélfia. Porém, o único fato que se pôde perceber é que os colonos, em sua maioria, defendiam a união dos estados sob uma construção americana em que todos seriam iguais perante a lei, representando uma das bases para a construção desta constituição, em vigor até os dias de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, pode-se notar que o filme, apesar de passar algumas cenas históricas realmente verdadeiras, tenta, como todo bom filme americano, mascarar problemas relevantes que ocorreram na revolução e passar para o público que os americanos tiveram o mérito exclusivo da vitória. Nesse sentido, podemos classificar este filme como mais uma história americana. Uma história que enaltece, primordialmente, as ações "deste povo predestinado" à glória divina como recompensa do árduo trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111577939757621992?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111577939757621992/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111577939757621992' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111577939757621992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111577939757621992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/05/mais-uma-histria-americana.html' title='Mais uma História Americana'/><author><name>cecilia carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02835559242249505284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111516877514472025</id><published>2005-05-03T18:06:00.000-07:00</published><updated>2005-05-03T18:06:15.143-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/273/4290/640/1.jpg'&gt;&lt;img border='0' style='border:1px solid #000000; margin:2px' src='http://photos1.blogger.com/img/273/4290/320/1.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A bandeira americana&amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111516877514472025?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111516877514472025/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111516877514472025' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111516877514472025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111516877514472025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/05/bandeira-americana.html' title=''/><author><name>Carla Velloso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01993716029502540761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111509566107316316</id><published>2005-05-02T21:45:00.000-07:00</published><updated>2005-05-02T21:48:47.483-07:00</updated><title type='text'>PREÂMBULO DA CONSTITUIÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS (postagem extra)</title><content type='html'>"Nós, o povo dos Estados Unidos, a fim de formar uma união mais perfeita, estabelecer a justiça, garantir a tranqüilidade interna, promover a defesa comum, o bem-estar geral e assegurar os benefícios da liberdade para nós e para os nossos descendentes, promulgamos e estabelecemos a Constituição para os Estados unidos da América ."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111509566107316316?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111509566107316316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111509566107316316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/05/prembulo-da-constituio-dos-estados.html' title='PREÂMBULO DA CONSTITUIÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS (postagem extra)'/><author><name>tatiana 24a puc</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03575144525725166882</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111509622088378695</id><published>2005-04-26T09:55:00.000-07:00</published><updated>2005-05-08T11:41:32.170-07:00</updated><title type='text'>TRABALHO SOBRE A CONSTITUIÇÃO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Uma Constituição Liberal&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A constituição dos Estados Unidos é universalmente conhecida como o documento que procura enaltecer a idéia de democracia, além de estabelecer a estruturação do poder dentro do Estado. Este trabalho pretende mesmo que superficialmente, dadas as limitações de tempo e espaço, destacar alguns pontos interessantes ao estudo das relações internacionais e ao final imprimir-lhes uma análise crítica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Percebe-se ao longo da Constituição grande influência do período em que os estados americanos encontravam-se ligados pelo sistema de Confederação, caráter evidenciado pela liberdade intraestatal do poder legislativo (jurisdição exclusiva para assuntos inerentes aos estados). Possui, com efeito, um caráter altamente liberal: defesa da propriedade, existência de três poderes (Executivo, o Presidente da república; Legislativo, a Câmara dos Deputados e o Senado; e o Judiciário, a Suprema corte e os "tribunais inferiores") independentes e autônomos, consagrando a forma Republicana e o Federalismo. Acrescenta-se a isto uma preocupação explícita com a política externa do país, revelada pelo cuidado na nomeação de embaixadores e cônsules (nomeados pelo executivo), nas questões de comércio internacional, ciência e tecnologia, da guerra, da convocação/manutenção do exército nacional, da migração, da soberania interna e externa, etc. (atribuídas ao Congresso). Como reflexo de uma instituição democrática, estabelece os meios pelos quais os projetos de lei, embora submetidos à aprovação do Presidente da República, possuam outros meios, que não este para serem aprovados, além do estabelecimento da igualdade jurídica entre seus cidadãos e do sufrágio "universal", bem como a liberdade religiosa (o Estado é laico). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não podemos esquecer, contudo, a posição de submissão atribuída aos índios e escravos. A constituição ainda não os reconhece como indivíduos emancipados ou livres. A igualdade, por ser jurídica, já apresenta a prerrogativa de desigualdade mesmo que de forma velada. Porém, a despeito de tudo isso, o maior triúnfo dessa constituição foi estabelecer os Estados Unidos como o primeiro país a adotar a democracia após a sua independência e, isto, não pode ser negligenciado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111509622088378695?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111509622088378695/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111509622088378695' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111509622088378695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111509622088378695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/04/trabalho-sobre-constituio.html' title='TRABALHO SOBRE A CONSTITUIÇÃO'/><author><name>tatiana 24a puc</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03575144525725166882</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111473869889092709</id><published>2005-04-26T06:27:00.000-07:00</published><updated>2005-05-02T22:05:22.656-07:00</updated><title type='text'>A DECLARAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA AMERICANA (postagem extra)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;THE DECLARATION OF INDEPENDENCE (1776)&lt;br /&gt;By: Thomas Jefferson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The unanimous Declaration of the thirteen united States of America&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"When in the course of human events, it becomes necessary for one people to dissolve the political bands which have connected them with one another, and to assume among the powers of the earth the separate and equal station to which the law of nature and the Nature’s God entitle them, a decent respect to the opinions of mankind requires that they could declare the causes which impel them to the separation. We hold these trueths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed by their Creator with certain unalienable Rights, that among these are Life, Liberty, and the pursuit of Happiness. That to rescue these rights, government are instituted among men, deriving their just powers from the consent of the governed, that whenever any Form of Government becomes destructive of these ends, it is the Right of the People to alter or to abolish it, and to institute a new Government, lying its foundation on such Principles and organizing its power in such form, as to them shall seem most likely to effect their Safety and Happiness. Prudence, indeed, will dictate that Governments long established should not be changed for light and transient causes; and accordingly all experience hath shewn, that mankind are disposed to suffer, while evils are sufferable, than to right themselves by abolishing the forms that they are accustomed. But when a long train of abuses and usurpations, pursuing the same Object evinces a design to reduce them under absolute Despotism, it is their right, it is their duty, to throw off such Government, and to provide new Guards for their future security. Such has been the patient sufferance of these Colonies; and such is now the necessity wich constrains them to alter their former Systems of Government. The history of the King of the of Great Britain is a history of repeated injuries and usurpations, all having in the direct object the establishment of an absolute Tyranny over these States."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111473869889092709?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111473869889092709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111473869889092709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/04/declarao-da-independncia-americana.html' title='A DECLARAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA AMERICANA (postagem extra)'/><author><name>tatiana 24a puc</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03575144525725166882</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111397438648100728</id><published>2005-04-19T21:16:00.000-07:00</published><updated>2005-04-19T22:39:22.763-07:00</updated><title type='text'>Os movimentos europeus</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Concerto Europeu&lt;/strong&gt; era basicamente constituído de reuniões periódicas entre os países membros –Inglaterra, Áustria , Prussia, Rússia e França- para decidir respostas aos problemas que surgiam e ameaçavam a idéia do equilíbrio.&lt;br /&gt;Os principais Congressos foram:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Laybach&lt;/strong&gt;- Realizado em 1821, garantia a legitimidade da Santa Aliança que a partir de movimentos nacionalistas em Nápoles autoriza a intervenção austríaca para a restauração.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Troppau&lt;/strong&gt;- Formulação explicita da política de intervenção e reação contra movimentos liberais que se espalhavam no sul da Europa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aix-la Chapelle&lt;/strong&gt;- Além de reincorporar a França nas discussões continua o princípio das intervenções inclusive nas questões da América Latina.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Verrona&lt;/strong&gt;- Tratava da recolonização dos países americanos que já haviam se emancipado delegando aos franceses este papel . Decidem também intervir na Espanha para restaurar o absolutismo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A independência da Grécia&lt;/strong&gt; –Movimento liberal que deveria ser combatido pela Santa Aliança ,entretanto a Rússia tinha interesse em uma saída para os mares quentes através dos estreitos e portanto apoia o movimento grego. Essa atitude russa, incoerente com os princípios da Santa Aliança, retira a consistência das ações desta.&lt;br /&gt;Os muçulmanos enviam tropas egípcias para conter a sublevação, mas a sua debilidade faz com que sofram freqüentes derrotas. A Inglaterra decide então impedir a expansão da influência russa, que ao mudar de lado e faz um acordo com o Império e consegue a passagem nos estreitos. Assim em 1830 a Grécia se torna independente mas ao invés de subir ao trono um rei pró- Rússia , entra um rei pró Inglaterra. As principais conseqüências do episódio foram a expansão das idéias nacionalistas e liberais, o maior enfraquecimento do Império Turco e o acirramento das rivalidades entre Rússia e Inglaterra .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;A independência do Egito&lt;/strong&gt; -Depois de lutarem na Grécia os exércitos egípcios passam a exigir hereditariedade e autonomia no cargo de Paxá porém, o Império Otomano não aceita as reivindicações e manda tropas, com a ajuda da Rússia (que assina um acordo delegando exclusividade a ela e aos muçulmanos na passagem dos estreitos) para dete-los. A Inglaterra sentindo-se prejudicada se alia a França, interessada em recuperar o seu prestígio, e controla o Egito. Este com o final dos conflitos consegue sua independêcia politica, mas fica economicamente dependente da Inglaterra. Os estreitos, por sua fez, ficam livres para a passagem de navios comercias mas é proibida a de navios militares. Com isso, os ingleses conseguem deter o expansionismo russo e evitar o extremo enfraquecimento do Império, já que o Egito devolveu os territórios que tinham sido invadidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Independência da Bélica&lt;/strong&gt;- Os belgas influenciados pelos movimentos revolucionários de 1830 e pelas diferenças, principalmente religiosas, dentro dos países Baixos conseguem proclamar sua independência com apoio inglês. Até porque estes tinham muito interesse em sua neutralidade um vez que a Bélgica é a ponta de contato para o continente, ou seja, para se invadir a Inglaterra é preciso passar pela Bélgica, Inicia-se assim uma forte aliança entre os dois países.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Guerra de Criméia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quando a Rússia tenta tomar novamente os estreitos que davam passagem para os mares quentes a Inglaterra e a França reagem com força dando início a guerra que foi um confronto fundamentalmente naval, travado no mar Negro e que teve como episódio mais sangrento e marcante o cerco à cidade portuária de Sebastopol. Ela pode ser considerada o último conflito do Concerto Europeu além de marcar a reconquista do prestigio francês.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111397438648100728?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111397438648100728/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111397438648100728' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111397438648100728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111397438648100728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/04/os-movimentos-europeus.html' title='Os movimentos europeus'/><author><name>Carla Velloso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01993716029502540761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111352393690952363</id><published>2005-04-14T16:14:00.000-07:00</published><updated>2005-04-14T19:01:42.253-07:00</updated><title type='text'>O episódio da Bastilha</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Jornal Françês- Mês: Julho Ano:1789&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um grande levante populacional aterrorizou a cidade de Paris. A invasão voraz da massa à Bastilha no dia 14 de julho de 1789, marca um fato histórico na França, que será lembrado eternamente. A Bastilha era uma fortaleza onde estavam encarceirados os inimigos da realeza.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A população altamente indignada reinvindicava, sobretudo, sua injusta participação na votação dos Estados Gerais, uma vez que não havia um número de deputados compatível com a mesma. Sem falar ainda,que a votação era por Estado, o que tornava inviável uma vitória do terceiro Estado no Parlamento, já que o clero e a nobreza sempre votavam juntos. A França passava a alguns meses também, por um aumento da insatisfação por parte do povo quanto aos privilégios dos nobres, o que agravou-se com a elevada inflação do período.Como podemos então perceber, a França estava um caos!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O episódio da Bastilha foi apenas o estopim da Revolução que se inicia. Evidenciou, portanto, a grande união do povo a fim de obter seus devidos direitos e, é claro, a tão sonhada República. Mas, enquanto isso, nos satisfazemos com a assinatura da Constituição Civil do Clero que nos garantiu diversos benefícios, destacando-se entre eles a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que estabeleceu a igualdade de todos perante à lei, o direito à propridade privada e de resistência à opressão.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111352393690952363?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111352393690952363/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111352393690952363' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111352393690952363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111352393690952363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/04/o-episdio-da-bastilha.html' title='O episódio da Bastilha'/><author><name>Elizia Boechat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04644508437630623539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111273836874238583</id><published>2005-04-05T14:57:00.000-07:00</published><updated>2005-04-05T14:59:28.743-07:00</updated><title type='text'>Napoleão e a Revolução na França</title><content type='html'>A França,  regida pelo monarca Luiz XVI, antes da Revolução Francesa , passava por um grande caos. O Estado estava em constante crise em diversos setores. Crise financeira devido ao apoio na guerra de independência dos EUA, a indústria encontrava-se atrasada comparando com a Inglaterra, ocorria uma instabilidade política derivada das idéias iluministas que iam contra o Absolutismo. A agricultura também estava em crise, fazendo com que a população vivesse em uma tremenda precariedade. Outro problema, estava no fato da divisão entre os estados com os privilégios das aristocracias (primeiro e segundo estado) que não pagavam impostos, enquanto a burguesia era obrigada a pagar impostos altissimos principalmente para sustentar privilégios alheios. A existência do voto censitário também causava discórdias. Vale lembrar também que a monarquia tinha em seu poder um exército mercenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Com o inicio da Revoluçao Francesa diversas mudanças ocorreram. Entre elas a ascençao da burguesia, o fim dos privilégios aristocráticos , a criação de uma monarquia constitucional. Já em 1799 Napoleão toma o poder na França procurando modernizar o país, centralizando a abministração pública, criando o Bando da França, o Franco (moeda francesa), reorganizando o sistema burocrático, investindo na industrialização, impulsionando a economia e assim beneficiando a burguesia. Elaborou o Código Civil refletindo os ideais burgueses como a garantia da liberdade individual, liberdade a propriedade privada e a igualdade perante a lei. Exerceu o Império com a atuação importante de um exército nacional, promoveu o sistema laico e a educação gratuita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Assim, nota-se que Napoleão exerceu uma grande importância na França e no mundo. Modernizou o país, estabeleceu a ascenção da burguesia, a burguesia após isso passou a ter um maior reconhecimento no mundo inteiro e a França obteve uma grande evolução no sistema internacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111273836874238583?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111273836874238583/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111273836874238583' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111273836874238583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111273836874238583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/04/napoleo-e-revoluo-na-frana.html' title='Napoleão e a Revolução na França'/><author><name>cecilia carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02835559242249505284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111223164214075516</id><published>2005-03-30T17:09:00.000-08:00</published><updated>2005-03-30T17:14:02.143-08:00</updated><title type='text'>OBSERVAÇÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Duas respostas foram postadas para a tarefa 6. Peço que o corretor desconsidere aquela que está incompleta, ou seja, o bloco que naum contém as duas respostas pq este foi um erro do sistema. Por isso, comentários para esta postagem estão bloqueados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;grata,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;          Tatiana.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111223164214075516?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111223164214075516/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111223164214075516' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111223164214075516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111223164214075516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/03/observao.html' title='OBSERVAÇÃO'/><author><name>tatiana 24a puc</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03575144525725166882</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111215107373716636</id><published>2005-03-29T17:42:00.000-08:00</published><updated>2005-03-29T18:51:13.736-08:00</updated><title type='text'>RESPOSTAS</title><content type='html'>1) De acordo com a visão marxista de Hobsbawn, a crise econômica e "as contradições existentes entre a estrutura social oficial e os interesses estabelecidos do velho regime e as novas forças sociais ascendentes", foi o ponto inicial que deflagrou a reação burguesa ao que ele chamou de "tentativa aristocrática de recapturar o Estado". A despeito das outras forças políticas envolvidas nessa fase inicial, a burguesia foi a classe responsável por constituir a unidade dentro do movimento revolucionário que o tornou possível. Os burgueses visavam a um rompimento com a estrutura estamental e atrasada do &lt;em&gt;ancien regime. &lt;/em&gt; Para tanto, propagandiaram a sua ideologia, o liberalismo clássico, através da  maçonaria e de associações informais.  Finalmente, o documento pelo qual as exigências burguesas são delineadas: a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Este documento, ao contrário do que muitos pensam, estabelece o valor da propriedade privada como um direito natural, inviolável e inalienável. Pregando, ainda, a adoção de uma monarquia constitucional baseada numa oligarquia possuidora de terras. A burguesia representou uma força política impresindível à viabilidade e realização da Revolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Segundo Hobsbawn para que a Revolução Francesa ocorresse de fato, nos moldes que a estudamos hoje, a confluência de ideologias moderadas e radicais - característica da fase jacobina da revolução - era imprescindível. O terror trouxe a Revolução Social tão desejada pelas massas devido a implementação de idéias que, mesmo abolidas posteriormente, foram importantes no que tange a sua contribuição para a história. Para ilustrar essas realizações podemos citar a adoção do sufrágio universal; do direito de insurreição, trabalho ou subsistência; a formação do exército nacional etc. Enfim, para Hobsbawn o "Terror" não era ( como ele próprio dizia em outro trabalho seu, &lt;em&gt;"A Era das Revoluções" &lt;/em&gt;) "nem patológico nem apocalíptico, mas primeiramente e sobretudo o único método efetivo de preservar seu país."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111215107373716636?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111215107373716636/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111215107373716636' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111215107373716636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111215107373716636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/03/respostas_29.html' title='RESPOSTAS'/><author><name>tatiana 24a puc</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03575144525725166882</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111197077208140529</id><published>2005-03-27T16:46:00.000-08:00</published><updated>2005-03-27T16:46:12.083-08:00</updated><title type='text'>Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.</title><content type='html'>1) Baseado na leitura do texto de Hobsbawn,  " A Era das Revoluções",&lt;br /&gt; discuta o papel da burguesia na Revolução Francesa?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 2) Porque Soboul em " A Revolucão Francesa"  afirma que a Revolução Francesa é uma etapa necessária da transição do feudalismo para o capitalismo?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 3) Destaque, no longo prazo, a importância do período do terror jacobino e da radicalizacao revolucionária, para o impacto que a Revolução Francesa teria na história dos séculos seguintes, segundo a perspectiva de Hobsbawn em "Ecos da Marselhesa"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Cada grupo só precisa responder a DUAS das tres perguntas, sendo que a primeira é obrigatória.  Cada pergunta deve ser respondida em apenas um parágrafo.  Deadline: Terça, 29/03, meia-noite. Bom trabalho a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111197077208140529?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111197077208140529/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111197077208140529' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111197077208140529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111197077208140529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/03/tarefa-6-allons-enfants-de-la-patrie.html' title='Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111154475965954726</id><published>2005-03-22T18:25:00.000-08:00</published><updated>2005-03-22T18:25:59.660-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/273/4290/640/45.jpg'&gt;&lt;img border='0' style='border:1px solid #000000; margin:2px' src='http://photos1.blogger.com/img/273/4290/320/45.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Gravura demostrando o horror do derramamento de sangue&amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111154475965954726?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111154475965954726/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111154475965954726' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111154475965954726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111154475965954726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/03/gravura-demostrando-o-horror-do.html' title=''/><author><name>Carla Velloso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01993716029502540761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111154362606184740</id><published>2005-03-22T18:03:00.000-08:00</published><updated>2005-03-22T18:46:47.153-08:00</updated><title type='text'>Martírio protestante no dia de São Bartolomeu - Dor e lágrimas inundam Paris</title><content type='html'>Jornal da França&lt;br /&gt;Paris, 27 de agosto de 1572&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que o monoteísmo existe as intolerâncias religiosas são uma constante em nosso mundo. O que parecia finalmente ser um acordo de paz entre católicos e protestantes franceses terminou num verdadeiro massacre e ao que parece, o morticínio, no dia de São Bartolomeu ,é mais uma forma de expressão dessa intransigência. A ilusão de que as hostilidades religiosas se tornariam mínimas provém do casamento de Henri de Navarre, nobre protestante com Chaterine Marguerite, irmã do Rei, dessa aliança soergueria a condescendência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 18 de agosto, as celebrações do matrimonio, que reuniu em Paris quase todos os huguenotes poderosos, espalhavam se por toda a cidade, estes todavia, não se imaginava o que estava prestes a acontecer. Na madrugada do dia 24 organizou-se um levante contra os hereges, assim em cada casa deveria encontrar-se um homem armado, as portas da cidade seriam fechadas, os barcos tirados do Sena; era preciso que os protestante não pudessem fugir. A carnificina se espalhou pelos bairros, os corpos foram jogados no rio, o sangue lavou as ruas e o cheiro da morte infesta a cidade. O pesar assola a Paris de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém há algo a mais por trás da máscara católicos X protestantes . O rei Carlos IX, jovem governante sofria grandes influências de sua mãe, Catherine de Médicis,católica e do líder huguenote, almirante Gaspar de Coligny. Aquela vislumbrando a ameaça ao seu poder passa a considerar este um inimigo em potencial, dois dias antes da chacina, o almirante sofreu um atentado gerando grande indignação apesar de ter saído apenas ferido. Segundo o próprio nuncio Salviati 'Se Coligny tivesse morrido da arcabuzada, não creio que tivessem matado tanta gente' , escreve de Paris para Roma, no mesmo dia do atentado. Logo que existiam objetivos políticos detrás da disputa religiosa me parece claro, no entanto se a morte prematura do líder huguenote evitaria a matança será sempre uma dúvida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111154362606184740?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111154362606184740/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111154362606184740' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111154362606184740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111154362606184740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/03/martrio-protestante-no-dia-de-so.html' title='Martírio protestante no dia de São Bartolomeu - Dor e lágrimas inundam Paris'/><author><name>Carla Velloso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01993716029502540761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111110662615682668</id><published>2005-03-17T16:38:00.000-08:00</published><updated>2005-03-17T16:43:46.156-08:00</updated><title type='text'>APaz de Westphalia segundo Watson e Krasner</title><content type='html'>A Paz de Vestfália segundo Watson e Krasner&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma visão marcadamente mais ortodoxa do que a visão de krasner, Watson, defende que o Tratado de vestfália foi um marco decisivo nas relações internacionais. Com a fim da Guerra Dos Trinta Anos, cujo caráter anti-hegemônico havia sido muito forte, o acordo é estabelecido na base de um equilíbrio de forças. O autor aponta, ainda, para o fato deste acordo ter demonstrado, através de seus signatários, uma mudança importante no sistema internacional europeu: o surgimento de novas forças -notadamente a França - e a organização dos territórios em Estados Nacionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  idéia de marco histórico é ressaltada pelo surgimento da noção de soberania ( os governantes são responsáveis, e somente eles o são, pela política interna de seus estados; além da independência em relação às suas políticas externas),do legado histórico deixado aos tratados internacionais que o seguiu, do questionamento sobre a supranacionalidade papal, entre outros. No mais, é importante frisar que ao longo da construção de seu texto, Watson , afirma reiteradas vezes o caráter inovador, do tratado (“(...)new rules and institutions (...),” e “(...) developed a new concept of international law (...)”pg.: 188.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do primeiro, Krasner, acredita que a formação dos Estados Nacionais é algo maior do que a Paz de Vestfália em si, não representando uma completa ruptura com o regime anterior. É antes, um processo, e seus argumentos são dirigidos à garantir que a estrutura oficializada pelo tratado de 1648, já podia ser verificada na Europa mesmo antes desta data. Para tanto, o autor cita os tratados de Augsburg, Osnabrück e Passau, importantes no que tange a religiosidade dentro dos estados. Lembra-se aqui, que a Paz representou o fim da Guerra dos trinta anos, a  qual não foi somente uma luta contra hegemonias, mas uma luta entre religiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Krasner , no esforço para construir a soberania , as idéias foram utilizadas em maior grau para codificar praticas já usuais do que para iniciar novas formas de ordenamento.Finalmente, para ele, a Paz de Vestfália refletiu interesses a curto prazo dos vitoriosos, e não um conceito de como o sistema deveria ser reordenado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111110662615682668?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111110662615682668/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111110662615682668' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111110662615682668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111110662615682668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/03/apaz-de-westphalia-segundo-watson-e.html' title='APaz de Westphalia segundo Watson e Krasner'/><author><name>tatiana 24a puc</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03575144525725166882</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111092694866262407</id><published>2005-03-15T14:41:00.000-08:00</published><updated>2005-03-15T14:49:08.666-08:00</updated><title type='text'>Diferentes visões do estado absolutista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;        Apesar do texto de Anderson ser mais conceitual e o de Tilly mais histórico, ao compará-los, podemos notar visões comuns e diferentes entre os autores. Um dos principais fatos que os diferenciam é constatado logo no inicio de ambos os textos, uma vez que Anderson adere a uma visão marxista enquanto Chilly mostra uma visão weberiana.&lt;br /&gt;        Para Anderson, a organização do Estado absolutista nada mais é que uma organização da nobreza. Mesmo com a formação de um exército permanente, uma burocracia, um sistema tributário, com a codificação do direito romano e o mercado unificado, características essas que a principio parecem capitalistas,  porém as relações de produção rural permaneceram feudais. Assim, Anderson afirma que a formação do Estado absoluto é basicamente a continuação de um feudalismo reorganizado, onde a aristocracia feudal continua no poder controlando a classe pobre, porém agora com o aparecimento da burguesia. Anderson cita também a adesão do direito romano com a concepção de propriedade privada, a criação do mercantilismo com a intervenção do estado; e um importante fator citado foi a formação da diplomacia, com o intuito de preservação do estado.&lt;br /&gt;        No entanto, Tilly com sua visão weberiana afirma que a guerra foi responsável pela formação do Estado. Para ele, a criação do exército com sua força excessiva induziu a instalação de organizações complementares como tribunais, tesouros, sistema de tributação, criação de um a burocracia. Essas atividades acabaram adquirindo vida própria após o término da guerra, formando assim a estrutura do Estado. Chilly afirma que os estados europeus empregam constantemente a coerção para a arrecadação de impostos e para a legitimação do Estado.&lt;br /&gt;        Tanto Tilly quanto Anderson deram grande valor à guerra, considerada uma atividade dominante no Estado absolutista, este que atuava com exércitos mercenários. Os autores consideram a guerra um ato racional e uma boa maneira de expandir seus domínios. Os impostos arrecadados eram em sua maioria investidos em guerras. O Estado absolutista era extremamente militarizado e centralizado, um Estado beligerante. A existência do poder da dinastia também é um fator de consenso entre os autores.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;                 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111092694866262407?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111092694866262407/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111092694866262407' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111092694866262407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111092694866262407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/03/diferentes-vises-do-estado-absolutista.html' title='Diferentes visões do estado absolutista'/><author><name>cecilia carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02835559242249505284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111049054892784204</id><published>2005-03-10T13:31:00.000-08:00</published><updated>2005-03-10T13:35:48.930-08:00</updated><title type='text'>Comentário crítico sobre o texto "Ascensão e queda das grandes potências" , cap. I</title><content type='html'>De acordo com a visão de Kennedy, a ascensão da Europa como continente dominante se deu exatamente pela junção de características econômicas, políticas, culturais e sociais que, se a curto prazo pareciam desfavorecê-la em relação à Impérios como o chinês, mongol, russo e otomano, a longo prazo se mesclaram de uma tal maneira a tornar esta, o continente poderoso que hoje conhecemos. Segundo o autor, foi a combinação do liberalismo econômico, do pluralismo militar e político e da liberdade intelectual que, ao interagirem, formaram o que o autor designa de “milagre europeu”. Ao defender sua teoria, Kennedy reconhece a possibilidade de outras interpretações para o fato analisado, o que é bastante sensato, se considerarmos a complexidade desse fenômeno único. A abordagem escolhida pelo autor para desenvolver o tema é, no nosso entender, bastante convincente, particularmente por não tratar um fenômeno humano como uma ciência exata, por conseguir formar um panorama amplo relevando uma enorme diversidade de fatores e, finalmente, por reconhecer a possibilidade de erros e de visões diferentes ou complementares à sua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111049054892784204?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111049054892784204/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111049054892784204' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111049054892784204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111049054892784204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/03/comentrio-crtico-sobre-o-texto-ascenso.html' title='Comentário crítico sobre o texto &quot;Ascensão e queda das grandes potências&quot; , cap. I'/><author><name>clara alencar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-111016784201828698</id><published>2005-03-06T19:21:00.000-08:00</published><updated>2005-03-06T19:57:22.020-08:00</updated><title type='text'>Como os Estados fazer para manter a ordem internacional?</title><content type='html'>Como os Estados fazem para manter a ordem internacional? Essa pergunta sem dúvida intrigante, tem diversas explicações e análises, segundo diversos teóricos e especialistas. Podemos dizer, que os  " grandes momentos"para esses Estados, ocorrem normalmente no pós-guerra, quando os vencedores e, então, poderosos têm a chance de colocar nos eixos a política mundial.&lt;br /&gt;         De fato, o que precisamos entender é o que se torna mais importante para esses países e quais são suas escolhas nesses tais "momentos", quando surge uma distribuição de poderes que devem , é claro, ser divididos com bastante cuidado. Há , portanto, três opções para os hegemônicos atuantes:dominar, abandonar ou transformar os conquistados. Este último, é a opção escolhida com maior frequência.&lt;br /&gt;       O que tem evoluído ao longo do tempo é a abilidade desses Estados para manter o tão essencial controle estratégico e também a ordem internacional.Mas,, para isso, foram institucionalizados órgãos para controlar, isto é , balancear essas medidas e esse poder.&lt;br /&gt;      Fica claro, portanto, que a ordem internacional desenvolveu características constitucionais, ou seja, mecanismos para restringir o poder  e também estabelecer acordos obrigatórios. Sabiamente, Weber explica que para tudo dar certo, essa autoriade deve ser legitimada. Só assim o dominador ficaria bem perante o dominador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-111016784201828698?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/111016784201828698/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=111016784201828698' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111016784201828698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/111016784201828698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/03/como-os-estados-fazer-para-manter.html' title='Como os Estados fazer para manter a ordem internacional?'/><author><name>Elizia Boechat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04644508437630623539</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11101124.post-110996236370308448</id><published>2005-03-04T10:52:00.000-08:00</published><updated>2005-03-04T10:54:01.580-08:00</updated><title type='text'>O Cardeal vai a guerra..</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/163/3835/1024/Richelieu.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/163/3835/400/Richelieu.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Richelieu au siège de la Rochelle, habillé pour la guerra. Pauvre D'Artagnan...&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11101124-110996236370308448?l=cardealrichelieu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/feeds/110996236370308448/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11101124&amp;postID=110996236370308448' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/110996236370308448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11101124/posts/default/110996236370308448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardealrichelieu.blogspot.com/2005/03/o-cardeal-vai-guerra.html' title='O Cardeal vai a guerra..'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
